Hoje
Passado algum tempo, o ruído da obstipação,
Torna-se naquilo que é, nada mais se cria,
Demasiada variedade mal digerida,
É um bombardeamento constante,
Mal se consegue respirar entre uma onda e outra,
É uma máquina de lavar interminável,
Em apneia vamos vivendo como se não respirar
Fosse a nova normalidade, contudo
Exigem sorrisos e produtividade ao máximo,
Dar o litro por amor à camisola,
Sem sacrifícios humanos, não se constroem impérios.
11.02.2026
Turku
João Bosco da Silva

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